quinta-feira, 12 de julho de 2012

ex-pelhamento


O objeto da pesquisa aki se re-configura para categoria de subjeto, a fim de tornar evidente a presença (compositiva) da subjetividade na paisagem urbana da grande Belém e ainda, dos espaços virtuais criados e re-ocupados por alguns dos sujeitos que a constituem, e mais, que ocupam espaços públicos e privados de maneira além de performática, restituindo comportamentos e compondo no dia a dia um campo extra---Ordinário; dialogando sem ao menos dar importância ao que  richard sheccner  argumenta como sendo a diluição entra “arte e não arte, performance e não performance”. Para eleS, para mim. É apenas respiro e transpiro. é vida criada >> é vida loka! É existência criativa compartilhada.

Me interessa colaborar com o alargamento e inserção de discussões no que tange ao seio ferido que chamamos de realidade periférica de Belém. Calar, ou maquiar conflitos, desastres, necessidades, amores, desesperos, vícios, paixões... não colabora com o enfrentamento o qual acredito ter que se realizar frente às limitações e discriminações estabelecidas como comuns por detentores e acumuladores de poder. Principalmente as limit-AÇÕES discrimin-AÇÕES mais perigosas, as realizadas em silêncio e no escuro.

A costura dos fatos, atos,,, aki não é feita em larga escala e com modelos padrões como as roupas Reproduzidas de grandes marcas são realizadas e conseKüentemente enfiada goela a baixo nas pessoas e em seus desejos de pertencimento a um tipo de SER introjetado por meio da propaganda enganosa>> nociva..corrente por aí. E bem mais distante me coloco do modelo quase hegemônico  de pesquisa sobre um objeto, aki vivencio as duas vias que abrem muitos kminhos.

Aki. Alinhavo e alinhavarei relações de a-fetos e desa-fetos já ou/e a serem vividas>>diálogos travados com transeuntes, desejantes, além de partículas internas de realidades (ficcionais?) ou/e de uma projeção minha, procurando registrar noutras vias, vias onde a subjetividade grita e arde em chamas, a presença de sujeitos componentes de um país, de um estado, de uma cidade, de uma floresta. Esses vivem em dois recôncavos auto conectados, principalmente na categoria de indesejados por uma parcela de pessoas hipócritas, desastrosas... que há na região metropolitana de Belém e  no restante do mundo.

>>> Nascidos e habitantes nas zonas ditas periféricas(guamá,terra firme, jurunas, marco,curió, tapanã, icuí, águas lindas, jibóia branca, tenoné, sacramenta, telegrafo, matinha, pedreira, ...) os transformres as novas famíliassão estereótipos de pessoas as quais estou tentando exprimir ações da vida aki que converso e me misturo >>]
transfomers, em escala de nomenclatura do senso comum, são homossexuais, travestis,  indivíduos que fazem shows em boates e animem a festas de batizado, chá de panela, despedidas de solteiro... festas de famílias conservadores que desejam um bufão. E o pisam e jogam na lata do lixo logo depois que o tempo de contrato termina, tempo em que a maquiagem começa a escorrer, que a esponja que aumenta o peito cai, que a peruca sai do lugar, tempo em que outra realidade trans---parece e tende-se voltar para a periferia. Para o gueto.

>> família aki é por afinidade, formando agrupamentos de pessoas com  orientação sexual múltipla, que desejam respeitque cultuam o ser marginal, q se entre_~_laçam à cultura do tecnobrega, tecno melody, marcantes, baile da saudade, cultura do uso das roupas Sport Wer de grandes marcas internacionais q aki são em massa falsificadas e sofrem grande cooptação dos símbolos da marca  para diversas materialidades e imaterialidades afim de chegar-se a identificação de sujeitos, como
leozinho da nike. .

Pessoas a quais estou tentando exprimir ações da vida aki que converso e me misturo >>>> vivem o que chamam por aí de cultura, arte... de forma pulsante nos bairros onde falta esgoto, falta posto de saúde q atenda as pessoas,falta escolas, ...falta muitas coisas básicas, só não falta criatividade e manobras para viver sobre... o eskecimento (fora o tempo de abraços das campanhas polítiks) o qual recebemos por alguns re-presentantes de podres públicos,e privados!

Somos Privados sim, mas o limite imposto é totalmente transponível. Sustentamos os pilares dessa maquinaria a qual está voltada ora e outra contra nós.

ELES>>NÓS>> atravessamos as zonas centrais e lá passamos por um constante estado de vigilância e controle (cerceamento//discriminação)>

quem é revistado pela policia do nada na rua? Alguém que veste calça, camisa, sapato tem cabelos pintados em cores ditas naturais e usa “acessórios muito simples”, ou quem usa short da adidas camisa da Nike e sandália da kener tem cabelo louro/vermelho,brincos em neon? >

Hoje não passamos por portões físicos que delimitavam acesso à determinadolugares da cidade tais os existentes em tempos idosnão existem mais portões separatistasE é por tentativa  de democratizar  as relações entre o corpo cidade ,entre pessoas, OU por suavizar a maquiagem da segregação é que foram abandonados por outras máscaras?

Quem sofre lixamento, chingamentos de palhaço, vulgar, exibicionista... É a gostozona popozuda peituda, com cabelos platinados ou o bombado com pitbull todo  tatuado ou a akela que chamamos apenas por  travesti e eskecemos ou nem fazermos questão de saber se Este SER tem um nome? Quem é travesti mesmo? Os soldados de Esparta se travestiam para ir à guerra. A ROTAM faz o mesmo.




OS portões in-VISÍVEIS do SER TÃO...
trazem Resposta muito simples>> existem portões, PORÉM  estão nas relações de desníveis sociais camufladas pela hipocrisia,mentira..., Assim e pois para facilidade do fluxo continum da produção de acumulo de capitalocorrer-seja ele simbólico ou REAL$$$- não ser é atravankda, as forças de trabalho e consumidores supostamente alienados que vem da periferia poderem circular em tempo mais ágil,consumindo e produzindo maisMas o lazer desses, a subjetividade, a identidade, é ridicularidaza//desrespeitada.

Por causa de quem é que pessoas atravessam a rua ou correm por medo?Alguém que veste calça, camisa, sapato tem cabelos pintados em cores ditas naturais e usa “acessórios muito simples”, ou quem usa short da adidas camisa da Nike e sandália da kener tendo o cabelo louro/vermelho,brincos em neon? >

Lá nas zonas uzonas centrais ou em espaços ricos, suas forças de trabalho são exploradas e são repelidos pelas estruturas conservadoras e ditas Nobres.

Dentro-Fora-Dentro do grande rio aonde piranhas alimentam-se dos pedaços de carnes imersas, vôo  >>>e não procuro trazer grafado um tratado analítico ou outra inutilidade a cerk de vidas que estabelecem, vivem  e se perdem  (?) no labirinto das periferias e nas contenções do centro urbano de Belém. Pois, Investigar alguns dos processos urbanos na cidade de Belém, onde o corpo está cambiado à intrínseca estação do prefixo TRANS - explorando e entendendo TRANS, como um estado de passagem, de mudança, fluxo contínum, seja essa gama de movimentos/reordenamentos, experienciada no corpo do sujeito e/ou além: nas estruturas sociais relacionais e, paisagensconectadas esse corpo>> Requer sair do estado de conforto do pesquisar algo, edeixar que esse algo fale. Grite.

assim, ou assado ou u mesmo cru, como faço, olhar para o corpo (sendo meu ou do outro) é abrir-se para sua subjetividade e para além, é olhar  para outras paisagens interiores e respeitá-las nas suas diversidadesEscrevo com palavras que achei em minhas andanças pela vida. Mas, re-componho uma realidade comum a todos, que não é minha  somente, é uma semente de todos. Que eu germino e vejo crescer torta. Faltando pedaços, e não exibindo o âmago.

Cor-Pó deslizante nas estruturas só (&) cias.

Não cabe fazer um analise, um detalhamento pelo viés da arte ou mesmo da estétik sobre o corpo transfigurado na carne, nos pêlos ou sobre esses componentes>>>> a galera das famílias e transformers ou eles, usam cores berrantes nos cabelos, nos brincos nas roupas. Colares, tatuagens são símbolos mais que de identifikção, são afetos, são subjetos, objetos com subjetividade>>Eles acoplam estruturas sonoras (celulares e mini caixas de som potentes) e circulam reverberando por aí, , , As vezes estão indo animar um chá de bebe às vezes vão ver a namorada as vezes estão indo para eskinas  fazer programa, outras estão indo buscar a mãe de bike no trabalho... vão ao cyber,ou estão indo vender bata frita... roupas falsificadas da  NIKE, ADIDAS, PUMA...ou CDs e DVDs piratas nas feiras, nas ruas...//ou mesmo ir pra escola, ou roubar, indo pra festa, pros canteiros de obra paras praças..., as vezes estão indo comprar esponja p/ fazer peito bunda..., outras estão indo ensaiar um grupo folclórico ou para o enaio das caravas de tecno brega, ou balé,,, as vezes vão pra fora do estado quando aprontam ondas brabas ou qnd já cansados da vida aki . vão pra são Paulo//Europa aliciados por traficantes de pessoas? Ou realizaDORES de desejo?

Eles vão para muitos lugares, transfigurados e acompanhados pelas cores em neom que compõem as mega estruturas das APARELHAGENS, potencias sonoras que invadem o corpo ou acompanhados pela vontade de poder ser o que dizem por aí que traz felicidade,éassimq eu seguimos,procurando felicidade


“novas famílias” jovens na idade que seguem as aparelhagens/pixam /roubam-vendem/ocupam o Orkut+facebook+youtube/ brigam/usam falsificações de marcas internacionais/capinam-carregam aterro/tatuam-se para identificarem-se como de grupo tal/vendem frutas-drogas CDs & DVDs piratas.../são filhos/// amam/constroem suas bikes e casas/.re-constroem-se em mundos digitais, transformando suas fotografias em gifs e outros planos de narrativa imagetik a partir de edições para se apresentarem virtualmente .../e  dançam~e....

As novas famílias,  são agrupamentos de pessoas que cultuam o estilo vida loka de ser. E esse culto pode estar em todos os lugares, mas nas festas é onde tudo pode acontecer com mais intensidade// nas festas onde o som fik por conta  das aparelhagens, na festa onde muitas famílias desconhecidas e/ou rivais podem se encontrar.
Eles são guerreiros, são brinkntes,  armados e desarmados. Amargos e amáveis. Estão À margem das leis e das classifikções, vão circulando, .
As espaço naves que vem como>>> Águia de Fogo fuull HD  ////   MEGA PRINCIPE360 em HD . Rubi Saudade HD. Tupinambá . ... Búfalo do Marajó

Talvez influenciam o um mundo construído por  projeções interiores e  vontades de ser visto + aceito em meio a luzes dissonantes  e potencias sonoras >>>>>>>>>//////// Talvez seja porque ambos existem (numa retroalimentação) que esse mundo é criado e recriado e expandido para além dos muros bem visíveis que separam a cidade, assim, invadem  os espaços das redes sociais, onde já há uma continuidade de demarcação de território realizada por tantos de nós. Ou há um alcance de poder construir o que desejava ter.




Os transformers que fazem shows em boates e animam festas de famílias conservadoras e por elas são repelidos/ ocupam o Orkut+facebook+chat da uol/ brigam/capinam-carregam aterro/fazem e vendem bijuterias...drogas.../ são pais/ amam/apanham na rua/ são filhos///ora tem um corpo outra já estão trans-formados/ se anunciam em páginas de classificados//cortam cabelos/ estudam/ não estudam até o fim do ensino médio// se prostituem ou ñ/, constroem próteses/usam próteses.../são domesticas durante o dia / oram por si e até por outra pessoas.../e dançam~e...

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quarta-feira, 6 de junho de 2012

DESAPARECID?


   Acontece em nós a procura.                                                       Movimento      natural  de ser                                                                                                                                                                                                                             e estar   no mundo.                                   Procura-se o que comer, procura-se o que sentir,           procura-se    por            um emprego,                             procura-se um espaço                    para sentir-se.                             Procura-se...
Um sentido                                                                                           ?
Diversas das procuras são íntimas, os movimentos de busca a tais pontos, às vezes ganham outros corpos que se aderem, mas esses são sempre levados por construções, ideais, seus.

Mergulhamos em diversos tempos para tentar encontrar múltiplos agrupamentos, agrupamentos de cardumes que nos levariam para a concretude de nossos desejos ou nos deixariam próximo de parir outros. O estado de consciência está ativado. Sabe-se que O desaparecido existe não se sabe em qual corpo ele se (re) apresentará a nós. E se, se apresentará. Procuramos por um feixe dentro dos cardumes existentes? Talvez, também

A indignação às vezes retira forças, causa medo, prende a procura

Procuramos situações na nossa sociedade dispostas a outros planos que não ao abandono pelos detentores dos poderes (?)> procuramos agir com pequenos  atos para derrubar os muros da bu®®ocracia (?)ou esperamos eles caírem em nós? Vamos sair destes estados enrijecidos por forças também externas!; procuramos pontes, rios, esgotos, hospitais que sanem nossas enfermidades (?)> procuramos respostas desaparecidas, procuramos planos para a educação pública mais condizentes com nossas necessidades continentais, multiculturais(?)> procuramos por representantes públicos coerentes com os seus deveres, ?, procuramos por respeito(?). Aquém? Procuramos o desaparecid?
E só procuramos? Esse já é um ato grandioso, para frente tem mais estrada
Estamos constantemente à procura de algo, que por diversas compilações parece está desaparecido. Afirmo sem ser o primeiro que: grande parte de nossos Direitos de Cidadão estão desaparecidos, perdidos/enterrados sob a ganância de animais podres, transbordando de grandes faturamentos com verbas publicas e outras mais.


O respeito com a diversidade ainda é Desaparecido!> e temos que aceitar?, ora e outra somos violados por um grande sistema de abastecimento da pobreza.!> construção de alegorias p/ manutenção de um estado social, onde se finge “dá” alg>
 asfalto parco, quééém!>> sem esgoto; hospitais que não funcionam, paaaaaaaam! e outros que não atendem pessoas pois elas morrem esperando; escolas de ensino básico sucateadas em diversos âmbitos, bolsas e programas universitários que pensam em números, mas na realidade funcionam com números direcionados ao deficiente desenvolver do pensar crítico em diversas áreas do conhecimento,,, novas vagas em universidades publicas,, => estruturas a desejar melhorias para e na sociedade > de também estudantes professores mestres doutores...
Focos alarmantes de uma falsificação de uma assistência> falha< do estado estão por aí... A violenta e crua desigualdade nem pede passagem. É instaurada  .
P/ encontrar o que procuramos, entramos por querer ou somos empurrados a recônditos de falso ou/e momentâneo conforto? E ali achamos ter encontrado o que procuramos?>, ou apenas ajudamos a abastecer doce ilusões? Se a resposta é sim’s, não deve ser só por um querer estrangeiro, mas por procurar abastecer-se de outras paisagens, e de outros  interiores.
Permanecer atento a direção ao leme ajuda a não naufragar, mas isto não basta!


O desaparecid? não remete (somente) a alguma presença que já existiu, tão pouco, se ela está presente ou/e perdido em nós ou noutros; não está só atrelado a procura de alguém ou algo que procura outro alguém ou algo; o desaparecimento convive nesse rancho. E cavalga entre as sombras e as luzes dissonantes. O desaparecid? se aproxima mais do estado de confluência com paradigmas>gerações>percepções- reais, ilusórias, contraditórias, doloridas, sucumbidas, construídas, roubadas, perdidas, desconhecidas, de condições jamais retornáveis... Do que Posições concretas de procura por um olho d’ água no deserto de uma face concreta
O desaparecid? pede uma imagem que se esvai com as circunstancias e as ondas que cada momento, que cada dia, trazem consigo. E vai apagando os pontos das relações que estavam prestes a existir, vai borrando as que existiam, vai abrindo espaços para a criação de outras; o desaparecid? não constrói nenhum encontro, e sim o encontro desconstrói o des  aparecid? Isso, na ausência daquilo que desapareceu, ou na presença do des aparecido

segunda-feira, 21 de maio de 2012


A$ aperspectiva$ />----------- arma$ disparada$//veiculada$ no$ e pelo$ __________________________________________meio$____________Q
se destinam a instalação de processos alienantes e de acumulo de capital, ... infiltrando-se em partículas subjetivas das vidas humanas

passam por crises. E não crases``````````````````````````

Nesses ______________________________________________________
____________________________meios, encontra-se o inchaço e a dramatização da violência <-> Insegurança, vivida nos dias de hoje como aposta/proposta primeira para reter pessoas em
tornÔ do com__$umo in_______________________________duzido, [confinando-as em casulos artificiais, pintados por histerias]

a corrosiva tentativa de veicular (e veículada), desses indutivos “info-senti-trans-for-mananciais”, passa por um re-ordenamento, re-direcionamento segundo uma lógica para aceitação rápida e passageira. Após a maquiagem da mensagem, que atravessa os sentidos, e ilude, é trans-[formado] o individuo num consumidor passivo ////////___>

os sistemas de re-produção dessa cultura, Utilizam uma linguagem que falseia/força intimidade, co-relação entre agentes financeiros e pessoas, que, na realidade são vistas apenas como seus consumidores, contradizendo todo o processo transmitido pelas gaiolas douradas em suas propapapapapagãdas.

Tais vei-cu-l-ações x-tão em crise junto com a reprodução do capital que a mantém e que é seu fim, A$$IM, tendo o Estado e a economia como exemplo dessas invasões, em esferas que ____<antes
Ficavam por conta das relações em comunidades

(família, a vó o vô a tia... q trocava com os familiares contando-lhes experiÊncias e também fazendo suas roupas.... Amigos com quem as experiências primeiras com a liberdade fora vivida, vizinhos que a comentavam e emprestavam horas para conversas, a escola que tem a função de gaseifica_Dora, os feirantes que alimentam-nos com estórias outras...)
O
território subjetivo é quase preenchido por (falsas) fragilidades interiores, gerado pela insegurança e medo causado pela vida contemporânea, vida a qual “raramente se olha pra trás, por medo de sucumbir a uma debilitante nostalgia; e quando se lha pra frente, é pra ver como se garantir contra os desastre que todos aguardam. Em tais condições, a individualidade se torna uma espécie de Luxo” argumenta Christopher Lasch, que desenvolveu o conceito de mínimo eu.

O estado das dúvidas abre







Valas no individuo, tornando-o refém das aceitações; assim, será mais fácil conduzi-lo às formatações de identidades, as quais supostamente, ilusoriamente, conduzem-no para um confortável estado de segurança, de potencialidade, vigor, ... de aceitação social.

Na era da indústria cultural a potencialidade subjetiva é trocada por uma idéia de pertencimento a uma outra potencialidade - a potencial do ser global, esta persona, construída dicotomicamente com exterioridade, é contraditória e enganosa. Não é alimentado, especifikmente nesse bojo, a transmutação e sim a sobreposição cultural ideologik. trata-se de invasões de ordem mercado-í-logica, a qual, dá passagem para novas in--~vasões da indústria cultural no individuo; Classificando agires específicos, ...espontâneos.... como excentricidade grotesk, fora do centro. In-Fluxus da sociedade programada.

imbrikkkkkdo na cú-ltura do Pertencer ao status de poderoso, do bem sucedido, do corpo sarado, das roupas conforme a tendência...STOP! configura-se como um estar fora do centro, sim...

e causam impactos de conhecimento imensurável. Os corpos cheios de memória, deixados do lado de fora das imagens hegemônicas, sofrem perseguições e são incitados a procurar e a criar planícies deslizantes para desenvolver e exibir suas potencialidades “alternativas”, quase aceitas, e só assim, talvez, tornem-se aceitos no grupo Tal.

Essa rede que fórmula vidas, não promove espaço e nem lugar para a vivência sadia do ser.