A$
aperspectiva$ />-----------
arma$ disparada$//veiculada$ no$ e pelo$
__________________________________________meio$____________Q
se
destinam a instalação de processos alienantes e de acumulo de
capital, ... infiltrando-se em partículas subjetivas das vidas
humanas
passam
por crises. E não crases``````````````````````````
Nesses
______________________________________________________
____________________________meios, encontra-se o inchaço
e a dramatização da violência <-> Insegurança, vivida nos
dias de hoje como aposta/proposta primeira para reter pessoas em
tornÔ
do com__$umo
in_______________________________duzido,
[confinando-as em casulos artificiais, pintados por histerias]
a
corrosiva tentativa de veicular (e
veículada),
desses indutivos “info-senti-trans-for-mananciais”, passa por um
re-ordenamento, re-direcionamento segundo uma lógica para aceitação
rápida e passageira. Após a maquiagem da mensagem, que atravessa os
sentidos, e ilude, é trans-[formado] o individuo num consumidor
passivo ////////___>
os
sistemas de re-produção dessa cultura, Utilizam uma linguagem que
falseia/força intimidade, co-relação entre agentes financeiros e
pessoas, que, na realidade são vistas apenas como seus consumidores,
contradizendo todo o processo transmitido pelas gaiolas douradas em
suas propapapapapagãdas.
Tais
vei-cu-l-ações x-tão em crise junto com a reprodução do capital
que a mantém e que é seu fim, A$$IM, tendo o Estado e a economia
como exemplo dessas invasões, em esferas que ____<antes
Ficavam
por conta das relações em comunidades
(família,
a vó o vô a tia... q trocava com os familiares contando-lhes
experiÊncias e também fazendo suas roupas.... Amigos com quem as
experiências primeiras com a liberdade fora vivida, vizinhos que a
comentavam e emprestavam horas para conversas, a escola que tem a
função de gaseifica_Dora, os feirantes que alimentam-nos com
estórias outras...)
O
território
subjetivo é quase preenchido por (falsas) fragilidades interiores,
gerado pela insegurança e medo causado pela vida contemporânea,
vida a qual “raramente se olha pra trás, por medo de sucumbir a
uma debilitante nostalgia; e quando se lha pra frente, é pra ver
como se garantir contra os desastre que todos aguardam. Em tais
condições, a individualidade se torna uma espécie de Luxo”
argumenta Christopher Lasch, que desenvolveu o conceito de mínimo
eu.
O
estado das dúvidas abre
Valas
no individuo, tornando-o refém das aceitações; assim, será mais
fácil conduzi-lo às formatações de identidades, as quais
supostamente, ilusoriamente, conduzem-no para um confortável estado
de segurança, de potencialidade, vigor, ... de aceitação social.
Na
era da indústria cultural a potencialidade subjetiva é trocada por
uma idéia de pertencimento a uma outra potencialidade - a potencial
do ser global, esta persona, construída dicotomicamente com
exterioridade, é contraditória e enganosa. Não é alimentado,
especifikmente nesse bojo, a transmutação e sim a sobreposição
cultural ideologik. trata-se de invasões de ordem mercado-í-logica,
a qual, dá passagem para novas in--~vasões da indústria cultural
no individuo; Classificando agires específicos, ...espontâneos....
como excentricidade grotesk, fora do centro. In-Fluxus da sociedade
programada.
imbrikkkkkdo
na cú-ltura do Pertencer ao status de poderoso, do bem sucedido, do
corpo sarado, das roupas conforme a tendência...STOP!
configura-se
como um estar fora do centro, sim...
e
causam impactos de conhecimento imensurável. Os corpos cheios de
memória, deixados do lado de fora das imagens hegemônicas, sofrem
perseguições e são incitados a procurar e a criar planícies
deslizantes para desenvolver e exibir suas potencialidades
“alternativas”, quase aceitas, e só assim, talvez, tornem-se
aceitos no grupo Tal.
Essa
rede que fórmula vidas, não promove espaço e nem lugar para a
vivência sadia do ser.
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