segunda-feira, 21 de maio de 2012


A$ aperspectiva$ />----------- arma$ disparada$//veiculada$ no$ e pelo$ __________________________________________meio$____________Q
se destinam a instalação de processos alienantes e de acumulo de capital, ... infiltrando-se em partículas subjetivas das vidas humanas

passam por crises. E não crases``````````````````````````

Nesses ______________________________________________________
____________________________meios, encontra-se o inchaço e a dramatização da violência <-> Insegurança, vivida nos dias de hoje como aposta/proposta primeira para reter pessoas em
tornÔ do com__$umo in_______________________________duzido, [confinando-as em casulos artificiais, pintados por histerias]

a corrosiva tentativa de veicular (e veículada), desses indutivos “info-senti-trans-for-mananciais”, passa por um re-ordenamento, re-direcionamento segundo uma lógica para aceitação rápida e passageira. Após a maquiagem da mensagem, que atravessa os sentidos, e ilude, é trans-[formado] o individuo num consumidor passivo ////////___>

os sistemas de re-produção dessa cultura, Utilizam uma linguagem que falseia/força intimidade, co-relação entre agentes financeiros e pessoas, que, na realidade são vistas apenas como seus consumidores, contradizendo todo o processo transmitido pelas gaiolas douradas em suas propapapapapagãdas.

Tais vei-cu-l-ações x-tão em crise junto com a reprodução do capital que a mantém e que é seu fim, A$$IM, tendo o Estado e a economia como exemplo dessas invasões, em esferas que ____<antes
Ficavam por conta das relações em comunidades

(família, a vó o vô a tia... q trocava com os familiares contando-lhes experiÊncias e também fazendo suas roupas.... Amigos com quem as experiências primeiras com a liberdade fora vivida, vizinhos que a comentavam e emprestavam horas para conversas, a escola que tem a função de gaseifica_Dora, os feirantes que alimentam-nos com estórias outras...)
O
território subjetivo é quase preenchido por (falsas) fragilidades interiores, gerado pela insegurança e medo causado pela vida contemporânea, vida a qual “raramente se olha pra trás, por medo de sucumbir a uma debilitante nostalgia; e quando se lha pra frente, é pra ver como se garantir contra os desastre que todos aguardam. Em tais condições, a individualidade se torna uma espécie de Luxo” argumenta Christopher Lasch, que desenvolveu o conceito de mínimo eu.

O estado das dúvidas abre







Valas no individuo, tornando-o refém das aceitações; assim, será mais fácil conduzi-lo às formatações de identidades, as quais supostamente, ilusoriamente, conduzem-no para um confortável estado de segurança, de potencialidade, vigor, ... de aceitação social.

Na era da indústria cultural a potencialidade subjetiva é trocada por uma idéia de pertencimento a uma outra potencialidade - a potencial do ser global, esta persona, construída dicotomicamente com exterioridade, é contraditória e enganosa. Não é alimentado, especifikmente nesse bojo, a transmutação e sim a sobreposição cultural ideologik. trata-se de invasões de ordem mercado-í-logica, a qual, dá passagem para novas in--~vasões da indústria cultural no individuo; Classificando agires específicos, ...espontâneos.... como excentricidade grotesk, fora do centro. In-Fluxus da sociedade programada.

imbrikkkkkdo na cú-ltura do Pertencer ao status de poderoso, do bem sucedido, do corpo sarado, das roupas conforme a tendência...STOP! configura-se como um estar fora do centro, sim...

e causam impactos de conhecimento imensurável. Os corpos cheios de memória, deixados do lado de fora das imagens hegemônicas, sofrem perseguições e são incitados a procurar e a criar planícies deslizantes para desenvolver e exibir suas potencialidades “alternativas”, quase aceitas, e só assim, talvez, tornem-se aceitos no grupo Tal.

Essa rede que fórmula vidas, não promove espaço e nem lugar para a vivência sadia do ser.

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