quarta-feira, 6 de junho de 2012

DESAPARECID?


   Acontece em nós a procura.                                                       Movimento      natural  de ser                                                                                                                                                                                                                             e estar   no mundo.                                   Procura-se o que comer, procura-se o que sentir,           procura-se    por            um emprego,                             procura-se um espaço                    para sentir-se.                             Procura-se...
Um sentido                                                                                           ?
Diversas das procuras são íntimas, os movimentos de busca a tais pontos, às vezes ganham outros corpos que se aderem, mas esses são sempre levados por construções, ideais, seus.

Mergulhamos em diversos tempos para tentar encontrar múltiplos agrupamentos, agrupamentos de cardumes que nos levariam para a concretude de nossos desejos ou nos deixariam próximo de parir outros. O estado de consciência está ativado. Sabe-se que O desaparecido existe não se sabe em qual corpo ele se (re) apresentará a nós. E se, se apresentará. Procuramos por um feixe dentro dos cardumes existentes? Talvez, também

A indignação às vezes retira forças, causa medo, prende a procura

Procuramos situações na nossa sociedade dispostas a outros planos que não ao abandono pelos detentores dos poderes (?)> procuramos agir com pequenos  atos para derrubar os muros da bu®®ocracia (?)ou esperamos eles caírem em nós? Vamos sair destes estados enrijecidos por forças também externas!; procuramos pontes, rios, esgotos, hospitais que sanem nossas enfermidades (?)> procuramos respostas desaparecidas, procuramos planos para a educação pública mais condizentes com nossas necessidades continentais, multiculturais(?)> procuramos por representantes públicos coerentes com os seus deveres, ?, procuramos por respeito(?). Aquém? Procuramos o desaparecid?
E só procuramos? Esse já é um ato grandioso, para frente tem mais estrada
Estamos constantemente à procura de algo, que por diversas compilações parece está desaparecido. Afirmo sem ser o primeiro que: grande parte de nossos Direitos de Cidadão estão desaparecidos, perdidos/enterrados sob a ganância de animais podres, transbordando de grandes faturamentos com verbas publicas e outras mais.


O respeito com a diversidade ainda é Desaparecido!> e temos que aceitar?, ora e outra somos violados por um grande sistema de abastecimento da pobreza.!> construção de alegorias p/ manutenção de um estado social, onde se finge “dá” alg>
 asfalto parco, quééém!>> sem esgoto; hospitais que não funcionam, paaaaaaaam! e outros que não atendem pessoas pois elas morrem esperando; escolas de ensino básico sucateadas em diversos âmbitos, bolsas e programas universitários que pensam em números, mas na realidade funcionam com números direcionados ao deficiente desenvolver do pensar crítico em diversas áreas do conhecimento,,, novas vagas em universidades publicas,, => estruturas a desejar melhorias para e na sociedade > de também estudantes professores mestres doutores...
Focos alarmantes de uma falsificação de uma assistência> falha< do estado estão por aí... A violenta e crua desigualdade nem pede passagem. É instaurada  .
P/ encontrar o que procuramos, entramos por querer ou somos empurrados a recônditos de falso ou/e momentâneo conforto? E ali achamos ter encontrado o que procuramos?>, ou apenas ajudamos a abastecer doce ilusões? Se a resposta é sim’s, não deve ser só por um querer estrangeiro, mas por procurar abastecer-se de outras paisagens, e de outros  interiores.
Permanecer atento a direção ao leme ajuda a não naufragar, mas isto não basta!


O desaparecid? não remete (somente) a alguma presença que já existiu, tão pouco, se ela está presente ou/e perdido em nós ou noutros; não está só atrelado a procura de alguém ou algo que procura outro alguém ou algo; o desaparecimento convive nesse rancho. E cavalga entre as sombras e as luzes dissonantes. O desaparecid? se aproxima mais do estado de confluência com paradigmas>gerações>percepções- reais, ilusórias, contraditórias, doloridas, sucumbidas, construídas, roubadas, perdidas, desconhecidas, de condições jamais retornáveis... Do que Posições concretas de procura por um olho d’ água no deserto de uma face concreta
O desaparecid? pede uma imagem que se esvai com as circunstancias e as ondas que cada momento, que cada dia, trazem consigo. E vai apagando os pontos das relações que estavam prestes a existir, vai borrando as que existiam, vai abrindo espaços para a criação de outras; o desaparecid? não constrói nenhum encontro, e sim o encontro desconstrói o des  aparecid? Isso, na ausência daquilo que desapareceu, ou na presença do des aparecido

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